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Drone para competição de Drones Autônomos
Bom dia pessoal! Sou novo no grupo e também começando a trabalhar com Drones. Estou tentando montar a especificação para adquirir um Drone para uma competição de drones autônomos que acontecerá em outubro no Robótica 2023. Este Drone precisa ter uma controladora PX4, distância máxima de 500mm entre os eixos das hélices. Precisa também de câmera colorida frontal e superior, sensores que complementem a câmera para localização indoor (não é permitido o uso de GPS), e uma garra capaz de pegar e…
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Comments
Você pode usar um solenoide ao inves de um servo, isso já te garante que em caso de falta de energia o paraquedas seja acionado. Você vai usar a tampinha desse tubo como piloto ?
Sim, Felipe. Uma mola.
Ainda não as recebi, mandei fazer sob medida. Terão empuxo de cerca de 2kg e o paraquedas pesa menos de 90g. Em testes, com outra mola mais light, o paraquedas foi projetado bem distante.
O sistema de disparo estará ligado ao AP, para failsafe. Mas haverá sistema de alimentação e receptor própios pro servo disparador do paraquedas.
A frente pensarei num sistema watchdog, é uma ótima idéia. Se precisar de ajuda e vc estiver disponível, a gente vai conversando.
Marcelo, muito legal a sua ideia. Mas como você vai impelir o paraquedas desse tubo ? Uma mola ? Na questão de falha, o ideal seria usar um sistema que abra o paraquedas sem precisar de um comando. Por exemplo, se o ardupilot travar ele não vai conseguir abrir o paraqueadas. Creio que um circuito do tipo watchdog possa fazer isso.
Tive que dividir o post, pois há limite de caracteres no fórum.
Em breve publico resultados dos testes em voo.
Forte abraço e obrigado a todos aqueles que tem espírito participativo e senso comum.
Sergio, obrigado pelas palavras. Também tive a mesma impressão sobre vc, pode estar certo disso!
Sem falar que o voo naquele dia foi muito proveitoso, não é mesmo?
E, tenho certeza, o Meio Ambiente fica agradecida pelas ações de instituições sérias e comprometidas com a nobre causa da conservação, como sua ONG, realizam. Vamos colher os frutos!
Felipe e Edson, bom tocarem nesse assunto.
Numa parceria com a Sol Paragliders, mantivemos conversas com eles há cerca de 1 ano sugerindo o desenvolvimento de modelos baseados nos paraquedas reservas que já fabricavam, pensando atender não só o uso em DRONES, mas também em qualquer aeronave remotamente pilotada e que queira-se agregar esse item de segurança.
Essa pesquisa, resultou em modelos para atender aeronaves de 2 ~ 16kg, com a excelência na qualidade e primor que a SOL Paragliders sempre oferece em seus produtos.
Não precisamos mais recorrer aos fabricantes de fora do país!
Estou, nesse momento, desenvolvendo um sistema de liberação para paraquedas de recuperação, visando maior segurança nas missões. O intuito não é usar para pouso, e sim uso emergencial.
O sistema contará com Tx/Rx/alimentação independente dos demais sistemas de voo, trazendo assim redundância na operação.
Abaixo, segue algumas imagens (não riam do meu projeto CAD... feito no paintbrush!!):
Acho excelente. Por causa do trabalho eu estou em constante contato com a ANAC, e sei que em breve eles devem abrir uma consulta publica com relação a certificação de VANTs.
O problema é que isso pode ser daqui a dois meses, como daqui a dois anos. e nesse meio tempo todos ficamos no limbo juridico atual.
Este problema é uma questão de conceito de segurança que o brasileiro não possui. Já trabalhei na área de segurança do trabalho e segurança militar. O que vimos é que o brasileiro é relutante nas aplicações de "procedimentos" de segurança. Como foi já comentado, somente depois de que ocorrer um acidente e com vítimas, é que as "autoridades" irão tomar uma iniciativa.
Aqui em Campinas, um grupo de aeromodelistas montou uma associação. Estão abertos a aceitar e ensinar jovens a praticar deste esporte, mas já dentro de um conceito de segurança total, os jovens já aprendem todos os princípios e executam exemplarmente. É uma questão de educação, conscientização ou em casos extremos a aplicação de sansões criminais.
O que podemos é ampliar esta discussão e oferecer sugestões, até ao MP, tenho contato constante com o MP Estadual e Federal.
É uma boa oportunidade de como praticantes, profissionais e cidadães por em pratica nossa responsabilidade como brasileiro.
Eduardo e Paulo concordo plenamento com o que vocês disseram, por isso eu acho uma palhaçada os impecilhos que a ANAC está colocando para a operação de VANTs. Qualquer um pode construir um no quintal de casa e sair voando por ai. O que deveria existir é algo como uma licença para operador.
Fiscalizar mesmo um VANT de 25kg não é fácil, eles não aparecem em radar, não precisam de um aeroporto pra decolar e quase não fazem barulho.
E como o Paulo disse, se algum dia acontecer um tragédia, mesmo que seja de um aeromodelo, as pessoas que querem fazer a coisa à sério e com segurança é que vão pagar o pato.
Felipe, eu tenho a ideia desse numero que voce falou.
Paulo, voce tocou em um ponto sensivel. Aqui no Brasil a maioria nao tem pratica algum em pilotagem de aeromodelos e muiot menos intensão de pensar em segurança.
Eu ja me maXuquei algumas vezes com esses equipamentos e sei doque eles ssão capazes ainda mais se forem grandes.
Como meus avioes estao entrando na faixa dos 25kg estou 100% focado na questao segurança.
Sérgio, obrigado pelo incentivo.
Concordo com suas palavras quanto a integração e troca de idéias, estou aqui para aprender e compartilhar o que aprendi.
Um abraço e bons voos.
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